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segunda-feira, 16 de abril de 2012

KAIRÓS – TEMPO DE DEUS


O tempo de Deus tem sua medição muito diferente da nossa que é medido em minutos, horas, dias... O Kairós, assim chamado o tempo de Deus é medido em aprendizagem. Na sua definição Kairós tem duplo significado: Cronos – Deus grego do tempo e também significa a hora certa, tempo oportuno ou simplesmente tempo de Deus. Deus às vezes para conceder um pedido ou interceder por nós, nos faz esperar às vezes um longo período de tempo humano, porém nesta espera aprendemos e crescemos na fé. É isto que ele quer! Aprendendo e crescendo na fé, amadurecemos espiritualmente e caminhos em direção a Ele.
A bíblia se inicia e termina com o Kairós: “No princípio Deus criou o céu e a terra” (Gn 1,1) e “Sim, eu venho em breve” (Ap 22,20).
Se observamos bem, Deus criou o mundo em 7 dias, porém ele poderia tê-lo criado em segundos. Visualizando a teoria do Big Bang, podemos descrever da seguinte forma:
- Houve uma grande explosão e desta explosão formaram-se os planetas: “No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas... o dia primeiro” Gênesis 1:1-5
-Quando a terra estava se formando, houve uma grande atividade vulcânica, separando os continentes e dividindo o oceano: “E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas... segundo dia.” Gênesis 1:6
Depois veio os seres vivos, as plantas e por fim o homem, que foi a ultima criação de Deus, que o fez a sua imagem.
Estamos intimamente ligados a Deus e devemos reconhecer seu tempo, assim veremos quantos milagres presenciamos todos os dias, desde o romper da aurora até o brilhar das estrelas.
Deus quer que sejamos pacientes e tenhamos perseverança Nele como Jó teve em suas provações e mais que isso ele nós disse: - EU CONTO COM VOCÊ!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O Milagre Eucarístico de Bolsena, Itália, 1264 - A Introdução do CORPUS CHRISTI - Parte II



A Eucaristia é o Sacramento do Amor, pois “Deus é Amor” ( I João 4,8) . Instituído pelo próprio Amor, Jesus Cristo, que “tendo-os amado, até o extremo os amou” (João 13,1)
"Trabalhai, não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, alimento que o FILHO do Homem vos dará, pois DEUS, o PAI, O marcou com um selo".  ( João 6,27)
"EU sou o Pão da Vida. Quem vem a Mim, nunca mais terá fome e o que crê em MIM nunca mais terá sede". (Jo 6,35)
"EU sou o Pão Vivo descido do Céu. Quem comer deste Pão viverá eternamente”. (Jo 6,51)
"E tomou um pão, deu graças, partiu e distribuiu-o a eles, dizendo: Isto é o Meu Corpo que é dado por vós. Fazei isto em Minha memória. E, depois de comer, fez o mesmo com o cálice, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança em Meu Sangue, que é derramado em favor de vós". (Lc 22,19-20)

     Na primeira parte deste post O Milagre Eucarístico de Bolsena, Itália, 1264 - A Introdução do Corpus Christi - Parte I, nos foi explicado sobre a solene festa e procissão de Corpus Christi que tem uma história de mais de 6 séculos. Sua comemoração teve início em 1263, na cidade de Orviedo, na Itália. A solenidade está relacionada com o Milagre Eucarístico da cidade italiana de Bolsena.
     Nesta postagem vamos falar do Milagre Eucarístico que ocorreu naquele lugar. Um sacerdote, Pedro de Praga, que era da Boêmia, vivia angustiado por dúvidas sobre a presença real de Cristo na Eucaristia. Não conseguindo livrar-se desta questão, resolveu fazer uma peregrinação à Roma para rezar nos túmulos de São Pedro e São Paulo e pedir o dom da fé. Passando por Bolsena, o sacerdote resolveu celebrar uma missa na Cripta de Santa Cristina. Mesmo estando no altar, o religioso continuava cheio de dúvidas.
    Chegando a hora de partir a hóstia, após a Consagração, algo inesperado aconteceu. O Milagre Eucarístico de Bolsena surpreendeu a todos os presentes. A hóstia branca havia se transformado, milagrosamente, em carne viva. Entre as mãos trêmulas do sacerdote respingava sangue vermelho manchando sua roupa e as pedras do altar, contudo as mãos dos padres não haviam sido manchadas, porque a parte da hóstia que estava entre os seus dedos havia conservado o aspecto de pão ázimo.
     O sacerdote, então, levou a hóstia milagrosa e as peças manchadas com o preciosíssimo sangue para a sacristia e tratou de avisar as autoridades eclesiásticas.O Papa da época, Urbano IV, pediu aos bispos para que trouxessem a hóstia e o corporal até Orviedo. Então, ele mesmo, acompanhado de sua corte e do povo, foi receber o bispo que estava trazendo os objetos milagrosos na ponte do Rio Claro na entrada da cidade. Daquela ponte, o cortejo seguiu em procissão para a Catedral de Santa Prisca. Esta foi considerada a primeira Procissão do Corporal Eucarístico, que depois se estendeu a todo mundo católico com o nome de procissão de Corpus Christi.
      Um ano depois o Papa Urbano IV lançou o novo preceito sobre a festa de Corpus Christi que dizia: Na quinta-feira após a 8ª de Pentecostes de cada ano se celebrará uma festa com extraordinária solenidade em honra do Corpo do Senhor.
     São Tomás de Aquino foi encarregado pelo Papa para compor o Ofício da celebração. Em 1290 foi construída a Catedral de Orvieto, chamada de “Lírio das Catedrais”. 

Mais informações e fotos:


Bibliografia consultada:
http://www.projetocrescer.net/osantodasemana_.asp?artigo=15

sábado, 14 de janeiro de 2012

O Milagre Eucarístico de Bolsena, Itália, 1264 - A Introdução do CORPUS CHRISTI - Parte I


     Antes de iniciar esta postagem e continuar a série, gostaria de esclarecer que meu objetivo não é converter ninguém e sim evangelizar e mostrar as pessoas que tem interesse em conhecer, um pouco de história e fé, que move nossa Igreja. Visto este intuito, gostaria que os leitores enviassem comentários e indicações de postagem, para que possamos juntos crescer na fé e aprender cada vez mais.
     Não há como falar sobre o Milagre Eucarístico de Bolsena, sem mencionar antes o Corpus Christi, porque foi apartir deste milagre que a Igreja introduziu a festa de Corpus Christi.
     "A presença do verdadeiro Corpo de Cristo e do verdadeiro Sangue de Cristo neste sacramento [Eucaristia] 'não se pode descobrir pelos sentidos, diz Santo Tomás, mas só com fé, baseada na autoridade de Deus'. Por isso, comentando o texto de São Lucas 22,19 ("Isto é o meu Corpo que será entregue por vós"), São Cirilo declara: 'Não perguntes se é ou não verdade; aceita com fé as palavras do Senhor, porque ele, que é a verdade, não mente" (CIC §1381) A Igreja celebra na quinta-feira após a oitava de Pentecostes, a festa em honra ao “Corpo do Senhor”, conhecida pelo nome de “Corpus Christi” (Corpo de Cristo). 
     Essa grandiosa celebração tem sua origem em meados do século XIII, após o acontecimento do Milagre Eucarístico de “Orvieto – Bolsena” na Itália, em 1263.
     Segundo a História da Igreja, a Beata Juliana de Cornillon (1258), em uma revelação particular teria recebido de Jesus o pedido para que fosse introduzida no Calendário Litúrgico da Igreja, a Festa de “Corpus Domini”.
     Em uma Celebração Eucarística presidida pelo padre Pedro de Praga, na cripta de S. Cristina, na cidade italiana de Bolsena, ocorreu o Milagre Eucarístico: da hóstia consagrada caem gotas de sangue que mancham o corporal (toalhinha branca quadrada de linho e engomada. Chama-se corporal porque sobre ela se coloca o Corpo do Senhor que está na âmbula e no cálice).
     O Papa Urbano IV (1262-1264) que morava na cidade italiana de Orvieto, determina que as relíquias do Milagre Eucarístico fossem transladadas da cidade de Bolsena a Orvieto, o que é feito em procissão.
     Em 11 de agosto de 1264, o Papa Urbano IV emitiu a Bula Transiturus de Mundo, onde instituiu a Festa de Corpus Christi, a ser celebrada no Calendário Litúrgico da Igreja, na quinta-feira após a oitava de Pentecostes. São Tomás de Aquino foi o encarregado de compor o Ofício Festivo próprio da Celebração.
     Em síntese, é esta a origem da Festa de Corpus Christi, que celebramos em Procissão pelas ruas de nossa cidade, ornada com belos tapetes, em honra ao Santíssimo Corpo de Cristo, que passa a nos abençoar.
     Na próxima postagem falaremos do Milagre acontecido em Bolsena. Aguarde!

Bibliografia consultada:

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O Milagre Eucarístico de Santarém – Portugal (1247)


Este milagre aconteceu no dia 16 de fevereiro de 1247, em Santarém, 65 km ao norte de Lisboa. O milagre se deu com uma dona de casa, Euvira, casada com Pero Moniz, a qual sofrendo com a infidelidade do marido, decidiu consultar uma feiticeira que morava perto da igreja da Graça. Esta bruxa prometeu-lhe resolver o problema se como pagamento recebesse uma Hóstia Consagrada. Depois de naturais hesitações, Euvira consentiu no sacrilégio. Para obter a Hóstia, a mulher fingiu-se de doente e enganou o padre da igreja de S. Estevão, confessou-se e pediu comunhão, que lhe foi concedida em um dia de semana. Assim que ela recebeu a Hóstia, sem o padre notar, colocou-a nas dobras do seu véu. De imediato a Hóstia começou a sangrar, o que fez com que várias pessoas a perguntassem qual ferimento lhe havia ocorrido para que tanto sangue jorrasse. Assustada, a mulher correu para casa na  Rua das Esteiras, perto da Igreja e escondeu o véu e a Hóstia numa arca de cedro onde guardava os linhos lavados. À noite o casal foi acordado com misteriosos raios de luz saindo da arca. Inteirado o homem, então, do ato pecaminoso de sua mulher, ambos passaram o resto da noite de joelhos em adoração. Mal rompeu-se o dia, o pároco foi informado de tal prodígio sobrenatural. Espalhado o sucesso, metade de Santarém acorreu pressurosa a contemplar o Milagre. A Sagrada Partícula foi então levada dentro de uma espécie de custódia feita de cera. Mas passado o tempo ao abrir-se o sacrário para expor à adoração dos fiéis o Santo Milagre - como era de costume -, encontrou-se a cera feita em pedaços e com espanto, viu-se que a Sagrada Partícula estava encerrada numa âmbula de cristal, miraculosamente aparecida. Varias investigações eclesiásticas foram feitas durante 750 anos. As realizadas em 1340 e 1612 provaram a sua autenticidade. Em 5 de abril de 1997, por decreto de D. Antonio Francisco Marques, Bispo de Santarém, a Igreja de S. Estevão, onde está a relíquia, foi elevada  a Santuário Eucarístico do Santíssimo Sangue.
Alguns links interessantes:
http://www.therealpresence.org/eucharst/mir/portuguese_pdf/PORTU-cartaportugal.pdf
http://www.therealpresence.org/eucharst/mir/portuguese_pdf/PORTU-santarem1.pdf
http://www.therealpresence.org/eucharst/mir/portuguese_pdf/PORTU-santarem2.pdf

[Relicario,+Santarém.jpg]

Bibliografia consultada:

sábado, 7 de janeiro de 2012

Você conhece os milagres da “transubstanciação”?

                 Segundo o dicionário Michaelis, transubstanciação significa: sf (transubstanciar+ção) 1 Conversão de uma substância noutra. 2 Teol catól rom Transformação da substância do pão e do vinho, durante a consagração da missa, na substância do corpo e sangue de Jesus Cristo. Para nós católico é o momento mais sagrado da Santa Missa, onde a Hóstia e o vinho após consagração se transformão em Corpo e Sangue de Cristo. Muitas pessoas não conhecem o verdadeiro significado de tal milagre, outras nem acreditam, somente comungam por comungar. Pesquisando um pouco sobre o assunto, encontrei algum relatos importantes e interessantes, que postarei aqui no blog em uma pequena série de posts. Começamos o primeiro post, com o MILAGRE DE LANCIANO - ITÁLIA (ANO 750). Na Igreja de São Francisco, uma inscrição do século XVII, feita em mármore descreve o Milagre Eucarístico que aconteceu: "Um monge sacerdote duvidou que na Hóstia consagrada estivesse realmente presente o Corpo de Cristo e no Cálice, o seu Sangue. Celebrou a missa e depois de pronunciar as palavras da consagração, viu que a Hóstia tinha se transformado em Carne e o vinho em Sangue. Tudo isso foi mostrado ao povo." Até o presente dia, a Carne está inteira e o Sangue dividido em cinco partes desiguais, possui o mesmo peso, estando as partes unidas ou separadas.
               No ano de  1970, o Arcebispo de Lanciano e o Provincial dos Frades Conventuais de Abruzzo, autorizados por Roma, pediram ao doutor Edoardo Linoli, director do hospital de Arezzo e professor de Anatomia, Histologia Química e Microscopia Clínica, uma minuciosa análise científica das Relíquias de um Milagre de doze séculos atrás. No dia 4 de março de 1971, o professor apresentou um relatório detalhado dos estudos realizados. Eis as conclusões:
1 – A “Carne milagrosa” é verdadeiramente carne do tecido muscular fibroso do miocárdio.
2 – O “Sangue milagroso” é verdadeiro sangue, demonstrado, com certeza absoluta, pela análise cromatográfica.
3 – O estudo imunológico manifesta seguramente que a carne e o sangue são humanos e a prova imunológica revela com segurança que ambos pertencem ao grupo sangüíneo AB, o mesmo grupo do homem do Santo Sudário e característico das populacões do Oriente Médio. Esta identidade do grupo sangüíneo indica ou que a Carne e o Sangue são da mesma pessoa ou que pertencem a dois indivíduos do mesmo grupo sangüíneo.
4 – As proteínas contidas no Sangue estão normalmente distríbuidas numa percentagem idêntica às de um sangue fresco normal.
5 – Nenhuma sessão de histologia revelou traços de infiltrações de sais ou de conservantes utilizados nas antigas civilizações para mumificar corpos.
       O professor Linoli descarta também a hipótse que alguém, no passado, quisesse realizar uma fraude. O seu relatório foi publicado nos “Quaderni Sclavo in Diagnostica” (fasc. 3, Gráfica Meini, Sena, 1971) e causou um grande interesse no mundo ciêntífico.
        Em 1973 o Conselho Superior da Organização Mundial de Saúde, organismo da ONU, nomeou uma comissão ciêntífica para verificar as conclusões do médico italiano. Os trabalhos duraram 15 meses e foram feitos 500 exames. Realizaram-se as mesmas pesquisas feitas pelo professor Linoli e outras complementares. Os exames confirmaram que os fragmentos retirados em Lanciano não são semelhantes a tecidos mumificados. A comissão declarou que a Carne é um tecido vivo porque responde a todas as reacções clínicas próprias dos seres vivos. A Carne e o Sangue milagrosos de Lanciano tem as mesmas características de carne e sangue recém extraídos de um ser vivo. Esse relatório confirma as conclusões do professor Linoli. As conclusões do pequeno resumo dos trabalhos ciêntíficos da Comissão Médica da OMS e da ONU, publicado em dezembro de 1976 em Nova York e em Genebra declaram que a ciência, consciente dos seus limites, não é capaz de dar uma explicação natural aos fenômenos.
Biografia consultada:

terça-feira, 4 de outubro de 2011

GRANDEZAS DE NOSSA SENHORA NA BÍBLIA


1 – Que a Santa Mãe do Divino Salvador tenha recebido de Deus prerrogativas que Lhe são exclusivas, é verdade que se deduz de várias passagens da Bíblia. Para o provar, vamos examinar vários textos sagrados, que a Ela se referem.

Note-se desde já que a Bíblia abre-se e se fecha (Gên. 3,15 – Apoc.12,1) sob o signo da Mulher vitoriosa e bendita,  sempre em luta com o dragão.

2 – Eis alguns textos áureos da Bíblia Sagrada:

a) "Porei inimizade entre ti e a Mulher, e entre a tua descendência e a dEla. Ela te esmagará a cabeça, e tu tentarás ferir o seu calcanhar". (Gên. 3,15)

Comentário: o texto acima é a 1ª profecia da vinda do Salvador feita por Deus logo após a queda de nossos primeiros pais. Nele, ao grupo dos vencidos(Adão e Eva) Deus contrapõe o grupo dos vencedores (Jesus e sua Mãe). – A"descendência da mulher" (no original: sêmen, prole), é, num 1º plano, Jesus Cristo; e, num 2º plano, são todos os remidos que correspondem à graça da Redenção. – O termo "Ela", como sujeito de"esmagará", se refere diretamente à "prole", a Jesus. Mas,será através da natureza humana de Cristo, recebida de Maria, que o poder de Satã será quebrado por Cristo unido à sua Mãe. Logo, também Ela, a "Mulher invicta" desta profecia, com o seu Filho, quebrará a cabeça de Satã. – O termo "inimizade" indica a incompatibilidade absoluta entre Cristo e sua Mãe de um lado, e Satã e os seus aliados, do outro; indica ainda a vitóriacompleta de ambos sobre o Maligno.

b) Dois textos de Isaías:"Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um Filho, o Emanuel (Deus conosco)". (Is. 7,14) "Nasceu-nos um menino…Ele será Deus forte …". (Is. 9,5)

c) Outros textos de S. Lucas:"Ave, ó cheia de graça…" (Lc. 1,28);"…darás à luz um Filho, e Lhe porás o nome de Jesus; (…) Ele será Filho do Altíssimo" (Lc. 1,32); e "Filho de Deus"  (Lc. 1,35); "Bendita és tu entre as mulheres; ( …) donde me vem a dita de vir a mim a Mãe de meu Senhor"". (Lc. 1,42-43)

- Esses textos sagrados destacam as várias grandezas singulares de Nossa Senhora:

3 – A Maternidade Divina: É evidente: 
1º )  no texto "a", a descendência da Mulher é, no 1º plano, Jesus
Cristo. E então a "mulher singular" da profecia é a sua verdadeira Mãe. E como Cristo é Deus, Ela pode e deve chamar-se Mãe de Deus.

2º) Confirma-se isso com os textos da letra "b" (Is. 7,14), pois "a Virgem" é predita aí como a verdadeira Mãe do Emanuel (Deus conosco), portanto, Mãe de Deus.

3º) O mesmo afirmam os textos da letra "c" (Lc. 1,31-32;1,42-43), pois aí se declara que Maria Santíssima é a verdadeira Mãe "do Filho do Altíssimo", "do Filho de Deus" e a "Mãe de meu Senhor".

- Argumento de razão - Podemos e devemos chamar a Virgem Maria "Mãe de Deus" porque o objeto-termo de toda maternidade é a pessoa. Não se diz que a mãe é mãe da natureza do filho, mas da sua pessoa. E a Pessoa, em Cristo, é a 2ª da Santíssima Trindade, o Filho de Deus. Na Virgem Maria se realiza, pois, este mistério: ser Ela, ao mesmo tempo, "Mãe de Deus e de Deus filha". Ela participa do mistério do seu Filho que é "Deus e Homem ao mesmo tempo".

- Maternidade espiritual – também. De fato, como no 2º plano, aquela "Mulher" é Mãe da "prole" também no sentido de "descendência", Maria Santíssima é Mãe espiritual dos remidos. O que o próprio Jesus na Cruz confirmou, na pessoa de São João, ao dizer à sua Mãe: "Mulher, eis aí o teu filho". São João, então, representava a todos os remidos.

- Medianeira – também. Realmente, como Deus deu às mães, como ofício próprio da maternidade, prover o alimento dos filhos, assim Cristo, ao dar à sua Santa Mãe o ofício da maternidade espiritual, deu-Lhe também todas as graças necessárias para a salvação de seus filhos espirituais. Senão esse título seria meramente nominal. Ela é, pois, Medianeira de todas as graças de Cristo para nós.

4 – A Imaculada Conceição – Essa prerrogativa é conseqüência da primeira. Destinada a ser Mãe verdadeira e virginal de Cristo-Deus, não podia Ela ter contato com o pecado. Ademais, se a alguém fosse dado poder escolher a própria mãe, não escolheria a mais virtuosa, a mais pura, a mais santa" E Jesus não só pôde escolher a Sua Mãe, mas criá-lA, pois é Deus. Ele A fez, pois, imaculada, isenta de toda a culpa original. É a razão de conveniência.

Mas, essa verdade está contida no próprio texto da Bíblia (Gên. 3,15), pois aí se prediz para o futuro Salvador e para a sua Mãe, uma inimizade total com Satã, que implica derrota total deste. Isso é incompatível com a condição de quem tivesse estado, por um momento sequer, sob o pecado e, pois, sob o poder do Maligno. É claro que isso pressupõe a concepção imaculada, não só de Cristo-Homem, mas também de sua Santa Mãe.

5 – O ofício de Corredentora - Também está contida no texto de Gên. 3,15 a verdade de que aquela Mulher invicta, posta por Deus em total inimizade com o Demônio, ia participar de todos os sofrimentos e lutas do futuro Redentor. De fato, a Virgem Maria participou da Paixão de Jesus no grau máximo, sofrendo em união com Ele as dores mais atrozes, oferecendo-O a Deus Pai como Vítima por nós. Ela sacrificou-Lhe também o direito natural de Mãe sobre o próprio Filho. Todos esses sacrifícios já estavam incluídos na aceitação da maternidade divina. Ela cooperou voluntariamente para nossa Redenção.

6 – A Assunção corpórea ao céu – A vitória de Cristo sobre Satã, o pecado e a morte foi realizada na Paixão e Morte na Cruz, mas se tornou completa e patente com a sua Ressurreição e Ascensão ao Céu. Ora, o texto do Gênesis associa inseparavelmente o Messias e a sua Mãe na mesma luta e na mesma Vitória final e completa. Ora, a vitória de Maria Santíssima não seria completa se o seu corpo imaculado e virginal tivesse ficado sujeito à corrupção do sepulcro. Jesus Cristo não o permitiu, mas A elevou ao Céu em corpo e alma, no fim de sua vida. Assim cumpriu-se plenamente aquela magnífica profecia. 

RESPONDENDO OBJEÇÕES

8 – Os protestantes não cessam de injuriar a Jesus, rebaixando a sua Santa Mãe à condição de uma mulher comum, pela interpretação errônea que dão a alguns textos.

Vejamos na Bíblia como isso é falso: – No encontro de Jesus no Templo, Ele não argüiu a Sua Mãe de não saber que Ele"devia cuidar dos interesses de seu Pai". (Lc. 2,49) Não era esse o sentido das suas palavras no contexto. Era antes o seguinte: "Não sabeis que devo estar no que é de meu Pai "" (sentido literal) Assim, era normal que sua Mãe entendesse a resposta no sentido de "ficar morando no Templo", a exemplo de Samuel. Por isso, em Lc. 2,50 lemos: "Eles não entenderam o que Jesus lhes dissera".

 9 - Em Caná, a Mãe de Jesus Lhe informou ter acabado o vinho para os convidados. Jesus respondeu usando a expressão semítica (da língua hebraica): "Mulher, que há entre mim e ti"" E acrescentou: "A minha hora ainda não chegou". (Jo.2,4) A expressão usada por Jesus tem um sentido próprio daquela língua.

De fato, verificou-se que ela foi usada, pelo menos seis (6) vezes na Bíblia do Antigo Testamento, nas quais se supõe resposta negativa: "não há nada"; uma ou outra vez, indica que "não há nada" porque há oposição; as outras indicam que as partes estão de acordo. (Cf. 2 Reis 3,13; 2 Sam.16,10; 19,22; Jz. 11,12; 1 Reis
17,18; 2 Crôn. 35,21)

Note-se que essas citações conferem com a tradução literal da frase latina:"Quid mihi et tibi est"" = "Que há entre mim e ti"", sem as acomodações ao nosso modo de falar, como por ex., "Que nos importa isso a mim e a ti"", ou "Que queres de mim "", como hoje se costuma fazer.

 Em Caná é claro o sentido de pleno acordo quanto ao fato da providência solicitada (o milagre), com pequena restrição quanto à sua oportunidade. Daí Jesus dizer:"a minha hora ainda não chegou". Mas antecipou essa hora, e fez o milagre, atendendo a intenção caritativa de sua Santa Mãe.

10 – Quanto ao apelativo "Mulher", dizem os peritos da língua que Jesus falava, o aramaico, que tem um sentido respeitoso equivalente a "Senhora". E que dizer do acento de respeito desta palavra na boca de Jesus ao dirigir-se à sua Santa Mãe! Sobretudo no contexto de Caná e da Cruz. Jesus, o melhor dos Filhos, deve ter-Se dirigido à sua santa Mãe com acentuado carinho e respeito filiais. Nesse contexto, tal apelativo lembra ainda a "Mulher" da profecia do Gênesis. (3,15) Então, Jesus Se projeta ao lado de sua Mãe como dando cumprimento àquela profecia.

11 – Por fim, Jesus pregava numa casa cheia de gente. Avisam-Lhe que lá fora estão sua Mãe e os seus (chamados) irmãos. (primos-Ver "F. C. nº 12) Jesus responde:"Minha Mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática". (Lc. 8,21) É claro que Jesus não está negando à sua Santa Mãe a honra de ser a primeiríssima entre os ouvintes e praticantes da palavra de Deus, antes o supõe, e é seu principal título de glória. O mesmo se diga de Lc.11,27-28.
————————————
Apostolado Veritatis Splendor: AS GRANDEZAS DE MARIA SANTÍSSIMA NA BÍBLIA.
Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/806. Desde 24/02/2003.





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terça-feira, 21 de junho de 2011

O AMOR DE DEUS


O amor de Deus, é algo sublime e único, ele perdoa os que nem mesmo acreditam em Deus. Amar é uma dádiva divina e é amando que aprendemos viver. A felicidade brota do amor, é alegre quem ama e a esperança é fruto do amor. Deus é onipresente no ar que respiramos, as vezes nós é que não percebemos. O amor de Deus é tão incondicional que Ele mandou o próprio filho dele para nos salvar, para apagar as ofensas que nós mesmos fazemos contra Ele. A bondade, a compreensão, a caridade, é tudo fruto do amor, e é baseando-se no amor divino que aprendemos a viver. Todos os dias de nossas vidas ao amanhecer, recebemos a oportunidade de sermos felizes e fazermos os outros felizes, todos os dias temos a oportunidade de fazer as pessoas felizes e muita das vezes nem percebemos... Devemos olhar as coisas com os olhos de Deus, olhar as coisas e as pessoas com mais amor, não para mudarmos o mundo, mais sim mudar o mundo do qual temos contato, que é nossas familias, nosso trabalho, nossos amigos e diversos outros locais que vivemos e convivemos, pois olhando com outros olhos, podemos perceber a presença do Divino em tudo e todos, e ai sim teremos a oportunidade de fazer a diferença na vida das pessoas e aos poucos aprender uma das muitas qualidade de Deus: AMAR! LSNSJC!

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